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Morning Call - 26/01/2026 - Ouro e Prata em Novas Máximas

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Ativos brasileiros negociados na ActivTrades BRA50 MINDOLG2026

Congresso volta do recesso no dia 2 de fevereiro

Entre as possíveis pautas do primeiro semestre, estão o acordo Mercosul/UE, a PEC da Segurança, o PL AntiFacção, a regulamentação do trabalho por aplicativo, a regulamentação da Inteligência Artificial e a MP do Gás do Povo.

Congresso Nacional

O Congresso Nacional retoma oficialmente seus trabalhos no dia 2 de fevereiro, após o recesso parlamentar, com uma agenda carregada de temas estruturais e de elevado impacto político, econômico e regulatório no primeiro semestre.

Entre as principais pautas em discussão estão o acordo Mercosul–União Europeia, que pode avançar no Legislativo após anos de impasse, além da PEC da Segurança, tema que a oposição pode explorar nas eleições deste ano.

Também ganham destaque o PL AntiFacção, que endurece regras contra organizações criminosas, e a regulamentação do trabalho por aplicativo, tema sensível tanto do ponto de vista social quanto econômico, com potencial impacto sobre o mercado de trabalho e empresas de tecnologia.

No campo da inovação, o Congresso deve avançar na regulamentação da Inteligência Artificial, buscando equilibrar estímulo ao desenvolvimento tecnológico com segurança jurídica e proteção de dados. Já na área de energia, a MP do Gás do Povo entra no radar, com foco na ampliação do acesso ao gás natural e redução de custos para consumidores.


Estados Unidos

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Os índices futuros de Nova York — USA500, USATEC, USARUS e USAIND — operam próximos da estabilidade neste início de semana, enquanto o índice de volatilidade VIX $ACTIVTRADES:USAVIX registra alta moderada, refletindo a postura mais defensiva dos traders.

A cautela predomina antes da divulgação dos resultados de mais de 90 empresas do S&P 500, incluindo Apple, Meta, Microsoft e Tesla, um conjunto de balanços que pode redefinir o tom dos mercados nos próximos dias. Até o momento, a temporada de lucros segue robusta: 76% das companhias que já reportaram superaram as estimativas, sustentando o pano de fundo positivo para os ativos de risco.

Além dos resultados corporativos, os traders também voltam suas atenções ao Federal Reserve, que anuncia sua primeira decisão de política monetária do ano na quarta-feira. Embora seja amplamente esperado que o Fed mantenha a taxa básica inalterada, o foco de Wall Street estará nas sinalizações sobre o timing dos cortes de juros, especialmente diante da recente deterioração das condições financeiras globais.

No mercado de commodities, o movimento de busca por proteção se intensificou. O ouro à vista renovou máximas históricas, ultrapassando US$ 5.000 por onça, enquanto a prata rompeu com força a marca de US$ 100 por onça. O movimento ocorre em meio ao aumento das incertezas geopolíticas e é reforçado pela fraqueza do dólar americano. O índice do dólar (DXY) recua 0,4% nesta sessão, ampliando a forte queda observada na sexta-feira.


Canadá e China

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a elevar o tom no fim de semana ao usar suas redes sociais para pressionar o governo canadense a recuar nas negociações de um acordo comercial com a China. O entendimento em discussão prevê a redução de tarifas canadenses sobre veículos elétricos chineses, em troca de menores impostos de importação por parte de Pequim sobre produtos agrícolas do Canadá, como a carne bovina.

Trump classificou o acordo como “um desastre” e fez uma ameaça direta de retaliação comercial. “A China vai devorar o Canadá vivo. Se o Canadá fechar um acordo com a China, será imediatamente atingido por uma tarifa de 100% sobre todos os bens e produtos canadenses que entrarem nos Estados Unidos”, afirmou.

Trump acrescentou que o país vizinho não poderá servir como plataforma para o escoamento de produtos chineses ao mercado americano. “Se ele acha que vai transformar o Canadá em um ‘porto de desembarque’ para a China enviar mercadorias aos Estados Unidos, está redondamente enganado”, disse o presidente.


Geopolítica: Rússia e Ucrânia

No fim de semana, foram concluídas mais uma rodada de negociações envolvendo representantes da Ucrânia, da Rússia e dos Estados Unidos, descritas pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky como “discussões construtivas sobre possíveis parâmetros” para o encerramento da guerra.

Zelensky afirmou que o documento referente às garantias de segurança dos Estados Unidos para Kiev está “100% pronto”, um avanço relevante no eixo diplomático que busca dar sustentação a um eventual acordo de cessar-fogo ou paz duradoura.

Apesar do progresso, pontos centrais seguem sem consenso, especialmente as questões territoriais. A Rússia insiste em anexar as regiões do leste da Ucrânia, embora ainda não as controle integralmente — um dos principais entraves para qualquer acordo definitivo.

As delegações devem retornar aos Emirados Árabes Unidos para uma nova rodada de negociações no dia 1º de fevereiro.


Europa

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As ações europeias — EURO50, GER40, GERMID50, ESP35, UK100, FRA40, ITA40 e SWI20 — apresentam desempenho fraco nesta segunda-feira, com os traders mantendo uma postura defensiva após a forte volatilidade observada na semana passada.

O mercado opera em compasso de espera por importantes divulgações de resultados corporativos e, sobretudo, pela decisão de política monetária do Federal Reserve dos Estados Unidos, que pode redefinir o apetite global por risco nos próximos dias.

A cautela reflete ainda os desdobramentos da turbulência recente provocada pelas ameaças de tarifas do presidente Donald Trump relacionadas à Groenlândia. Embora a retórica tenha sido suavizada e as ameaças retiradas, os investidores seguem avaliando as implicações estruturais para o comércio global, diante do receio de que tarifas passem a ser utilizadas de forma recorrente como instrumento de barganha geopolítica.


Ásia/Pacífico

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Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: HKIND JP225 CHINAA50

Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana sem direção única, enquanto que os traders aguardam a decisão de juros do FOMC na quarta-feira e os resultados corporativos das big techs americanas, dois catalisadores centrais para o sentimento global de risco.

O principal foco de risco na região asiática vem do Japão, onde o índice Nikkei NI225 liderou as perdas, pressionado pela forte valorização do iene e pelas crescentes preocupações com possíveis intervenções cambiais, o que afastou ainda mais o fluxo comprador do mercado acionário.

O iene chegou a ser negociado a 153,8 por dólar, o nível mais forte em mais de três meses, após sinais de intervenção na sexta-feira impulsionarem a moeda japonesa. No mesmo dia, segundo a Reuters, o Federal Reserve de Nova York realizou as chamadas “verificações de taxas” no par dólar-iene naquele dia — um procedimento técnico frequentemente interpretado como sinal preliminar de intervenção, possivelmente coordenada entre autoridades americanas e japonesas.

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O Nikkei encerrou o pregão em queda de 1,8%, com 193 dos seus 225 componentes em baixa, 31 em alta e um estável. Um iene mais forte impacta diretamente os resultados das grandes exportadoras japonesas, ao reduzir o valor em ienes da receita gerada no exterior.

Entre os setores mais afetados, o automotivo liderou as perdas: Toyota, Honda e Nissan recuaram mais de 4% cada. O maior impacto individual veio do SoftBank Group, que caiu 4,9%, retirando cerca de 164 pontos do índice. Na ponta oposta, a varejista Nitori, beneficiada por um iene forte devido ao perfil importador, avançou 4,8%.

Segundo Maki Sawada, estrategista da Nomura Securities: “O risco de intervenção permanece e a perspectiva é incerta. Tanto para moedas quanto para ações, é difícil para os investidores assumirem posições neste cenário.”

Na China, os mercados fecharam de forma mista, com Shanghai 000001 e Shenzhen 399001 em baixa, enquanto China A50 XIN9 e Hang Seng HSI avançaram. O desempenho setorial foi positivo para o financeiro e empresas ligadas a commodities metálicas e energia, enquanto parte do setor de tecnologia operou sob pressão.

Na Coreia do Sul, o Kospi KOSPI recuou após atingir máxima histórica na sessão anterior. Em Taiwan, o TWSE 50 TW50 subiu 0,7%, mesmo com a queda das ações da TSMC.

Na Austrália, os mercados permaneceram fechados devido a feriado nacional.




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